"Me queira bem. Estou te querendo muito bem neste minuto. Tinha vontade que você estivesse aqui e eu pudesse te mostrar muitas coisas, grandes, pequenas, e sem nenhuma importância, algumas. Fique feliz, fique bem feliz, fique bem claro, queira ser feliz. Você é muito lindo e eu tento te enviar a minha melhor vibração de axé. Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis. E amanhã tem sol.”
CFA
31 de maio de 2011
Fragmentos
Eu pensei em te dizer tantas coisas... mas esse enorme nó na minha garganta não deixa nenhuma palavra sair;
Queria então correr ao teu encontro, e dizer todas essas coisas com um único olhar... mas meus olhos agora só conseguem ser lágrimas;
Decidi então, escrever tudo o que eu sinto nesse poema... o problema é que, sem você, tudo que sinto é um enorme vazio...
Inacabado
Se acabou o amor, acabaram-se os abraços apertados e a vontade dos beijos calados, colados e até mesmo dos ensaiados;
As noites jogando conversa fora, com juras de amor à toda hora.
Se acabou o amor, não há mais saudade e nem vontade;
Não há dor nem rancor, nem tristeza...
Só levaza, se acabou o amor.
Outra pele no nosso corpo e o sorriso de outro alguém, a gente só aceita se acabou o amor.
...
e não consigo terminar esse pedaço de poesia, justamente porque a gente só sabe daquilo que aconteceu. E a verdade aqui, é que não acabou o amor.
Queria então correr ao teu encontro, e dizer todas essas coisas com um único olhar... mas meus olhos agora só conseguem ser lágrimas;
Decidi então, escrever tudo o que eu sinto nesse poema... o problema é que, sem você, tudo que sinto é um enorme vazio...
Inacabado
Se acabou o amor, acabaram-se os abraços apertados e a vontade dos beijos calados, colados e até mesmo dos ensaiados;
As noites jogando conversa fora, com juras de amor à toda hora.
Se acabou o amor, não há mais saudade e nem vontade;
Não há dor nem rancor, nem tristeza...
Só levaza, se acabou o amor.
Outra pele no nosso corpo e o sorriso de outro alguém, a gente só aceita se acabou o amor.
...
e não consigo terminar esse pedaço de poesia, justamente porque a gente só sabe daquilo que aconteceu. E a verdade aqui, é que não acabou o amor.
2 de setembro de 2009
Tenho tentado te apagar do coração, mas sempre penso em você. Mais à noite que no resto do dia, quando deito e em vão procuro teu abraço. As memórias surgem como um filme, daqueles romances que terminam em drama, logo começo a prantear e assim durmo. E às vezes esses pensamentos doem tanto que posso jurar que ouço um "clack" vindo do meu coração, como se ele fosse de vidro e estivesse sendo quebrado. Outras vezes, me lembro das conversas enquanto eu encaixava, perfeitamente, minha cabeça no seu abraço, e adormeço com um leve sorriso (idiota, talvez) de satisfação nos lábios. Ás vezes chego até a ouvir as canções que costumava tocar no violão. Daí depois, no outro dia à tardezinha, penso nas coisas bobas. Como quando fazia papel de tola, e você achava graça da minha braveza, e logo encontrava uma maneira de me arrancar gargalhadas, risinhos que fossem. Deixo um filme correr, como se fosse paisagem vista do trem. E se você estivesse sentado do meu lado falaria todo o tempo, e eu faria cara de séria, de quem entende e se interessa, fosse o devaneio que fosse. Ou você não falaria nada, eu pagaria na sua mão, ou você na minha; eu deitaria no seu colo, ou você no meu, tanto faz. E essa viagem, que demora tanto, logo faz anoitecer... é hora de dormir, deixar que continue invandindo minha cabeça e começa tudo outra vez. Pode até parecer idiota, mas ainda suspiro quando penso em você.
**Trem esse que comprei passagem só de ida, e agora não consigo outra forma de voltar (ou no fundo, não quero)**
**Trem esse que comprei passagem só de ida, e agora não consigo outra forma de voltar (ou no fundo, não quero)**
4 de agosto de 2009
Não batasse tudo, me tirou a poesia
Há tempos que quero escrever tanta coisa! Mas acontece que, não bastasse partir meu coração, ele levou também minha poesia.
Tanto a expressar, mas simplesmente não consigo. Não consigo.
... ... ...
"Até parece
Que não lembra
Que não sabe
O que passou
Não faz assim!...
Não faz de conta
Que não pensa
Em outra chance
Prá nós dois
Olha prá mim...
Não me torture
Não simule
Não me cure
De você...
Deixa o amanhã dizer!
Deixa o amanhã dizer!...", sempre Marisa.
Tanto a expressar, mas simplesmente não consigo. Não consigo.
... ... ...
"Até parece
Que não lembra
Que não sabe
O que passou
Não faz assim!...
Não faz de conta
Que não pensa
Em outra chance
Prá nós dois
Olha prá mim...
Não me torture
Não simule
Não me cure
De você...
Deixa o amanhã dizer!
Deixa o amanhã dizer!...", sempre Marisa.
25 de junho de 2009
Baú
Eu sou desorganizada como ninguém. Nunca arrumo minhas coisas e então, junto tralhas infinitas! A graça é que, quando eu arrumo meu quarto, encontro coisas que me transportam pra outros tempos, outros lugares. Eu adoro essa nostalgia!
O fato é que, esses dias, estava tentando lembrar uma música que eu e minha amiga argentina fizemos (minha amiga a melodia, e eu a letra), quando morávamos na Alemanha. Achei! E eu nem sabia que tinha guardado a a escrita original! Ironia ou não, me serviu, pra esse exato momento. E no dia que escrevemos, foi totalmente aleatória... me deu a sensação que escrevi pro futuro...
AMOR (MIERDA)
La luz de la vela ya se apago
Champagne caliente solo quedo
La lluvia que corre, no me deja ver
Si tu en algun momento vas a aparecer
Sentada esperando amanecio
Yo aun sigo esperando escuchar tu voz
Aunque se que pronto apareceras
com flores bonitas y no la verdad
Amor, amor esta historia ya no es de los dos
Tu siempre escapando, yo siempre esperando
Esperando recebir tu amor
Juntare las fuerzas para acabar
con este dolor o con la verdad
Yo se que me amas lo puedo sentir
cuando tu me abrazas yo vuelvo a vivir
Dificil sera decirte adios
pero és necesario sacar el dolor
Cuando tu puedas sentir de verdad
Vem a buscarme empezar amar
Amor, amor esta historia ya no es de los dos
Tu siempre escapando, yo siempre esperando
Esperando recebir tu amor
Do jeito que escrevemos, sem tirar nem colocar NADA. Medo, não?!
O fato é que, esses dias, estava tentando lembrar uma música que eu e minha amiga argentina fizemos (minha amiga a melodia, e eu a letra), quando morávamos na Alemanha. Achei! E eu nem sabia que tinha guardado a a escrita original! Ironia ou não, me serviu, pra esse exato momento. E no dia que escrevemos, foi totalmente aleatória... me deu a sensação que escrevi pro futuro...
AMOR (MIERDA)
La luz de la vela ya se apago
Champagne caliente solo quedo
La lluvia que corre, no me deja ver
Si tu en algun momento vas a aparecer
Sentada esperando amanecio
Yo aun sigo esperando escuchar tu voz
Aunque se que pronto apareceras
com flores bonitas y no la verdad
Amor, amor esta historia ya no es de los dos
Tu siempre escapando, yo siempre esperando
Esperando recebir tu amor
Juntare las fuerzas para acabar
con este dolor o con la verdad
Yo se que me amas lo puedo sentir
cuando tu me abrazas yo vuelvo a vivir
Dificil sera decirte adios
pero és necesario sacar el dolor
Cuando tu puedas sentir de verdad
Vem a buscarme empezar amar
Amor, amor esta historia ya no es de los dos
Tu siempre escapando, yo siempre esperando
Esperando recebir tu amor
Do jeito que escrevemos, sem tirar nem colocar NADA. Medo, não?!
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